sexta-feira, 21 de abril de 2017

Ambiguidade

Ambiguidade

A ambigüidade é tudo aquilo que pode ter mais de um sentido ou significado, podendo apresentar sensação de indecisão, hesitação, incerteza, indeterminação e imprecisão, podendo estar presentes em palavras, sentenças completas, frases ou expressões.
Por exemplo, ambigüidade deve ser evitada em textos científicos ou jornalísticos, já em textos de teor literário, poético ou humorístico ela é bastante aplicável.

Formas de ambigüidade em expressões ou textos:

Ambiguidade Lexial- Quando uma determinada palavra assume dois ou mais significados.

Exemplo: Gilnei pediu um prato ao garçom.

Na frase acima a palavra “prato” pode referir ao tipo de refeição ou objeto onde se coloca a comida.

Ambiguidade Estrutural- Quando uma determinada palavra causa uma má compreensão em um enunciado.

Exemplo: Tomei a caneta do Gilnei.


Na frase acima a palavra “Tomei a caneta” pode referir que a caneta era do Gilnei ou apenas estava com o Gilnei.  


Recursos de Coesão e Coerência Textual





Recursos de Coesão e Coerência Textual

Uma das propriedades que distinguem um texto de um amontoado de frases é a relação existente entre os elementos que os constituem. A coesão textual é a ligação, a relação, a conexão entre palavras, expressões ou frases de um texto. Ela manifesta-se por elementos gramaticais, que servem para estabelecer vínculos entre os componentes do texto.
Observe:
“O hervalense leu sua declaração num bloquinho comum de anotações, que segurava na mão.”
Nesse período, o pronome “que” estabelece conexão entre as duas orações.
“O hervalense leu sua declaração num bloquinho comum de anotações e segurava na mão.”

Retomando na segunda frase um dos termos da primeira: “bloquinho”. O pronome relativo é um elemento coesivo, e a conexão entre as duas orações, um fenômeno de coesão.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Tipos Textuais

Podemos chamar de tipos textuais o conjunto de enunciados organizados em uma estrutura bem definida e facilmente identificada por suas características predominantes. O termo tipologia textual (outra nomenclatura possível) designa uma sequência definida pela natureza linguística de sua composição, ou seja, está relacionado com questões estruturais da língua, determinadas por aspectos lexicais, sintáticos, relações lógicas e tempo verbal. Objetivamente, dizemos que o tipo textual é a forma como o texto apresenta-se.
Podem variar entre cinco e nove tipos, contudo, os mais estudados e exigidos nas diferentes provas de vestibular e concursos no Brasil são a narração, a dissertação, a descrição, a injunção e a exposição. Veja as principais características de cada um deles:
 Narração: Sua principal característica é contar uma história, real ou não, geralmente situada em um tempo e espaço, com personagens, foco narrativo, clímax, desfecho, entre outros elementos. Os gêneros que se apropriam da estrutura narrativa são: contos, crônicas, fábulas, romance, biografias etc.
► Dissertação: Tipo de texto opinativo em que ideias são desenvolvidas por meio de estratégias argumentativas. Sua maior finalidade é conquistar a adesão do leitor aos argumentos apresentados. Os gêneros que se apropriam da estrutura dissertativa são: ensaio, carta argumentativa, dissertação, editorial etc.
► Descrição: Têm por objetivo descrever objetiva ou subjetivamente coisas, pessoas ou situações. Os gêneros que se apropriam da estrutura descritiva são: laudo, relatório, ata, guia de viagem etc. Também podem ser encontrados em textos literários por meio da descrição subjetiva.
► Injunção: São textos que apresentam a finalidade de instruir e orientar o leitor, utilizando verbos no imperativo, no infinitivo ou presente do indicativo, sempre indeterminando o sujeito. Os gêneros que se apropriam da estrutura injuntiva são: manual de instruções, receitas culinárias, bulas, regulamentos, editais, códigos, leis etc.
► Exposição: O texto expositivo tem por finalidade apresentar informações sobre um objeto ou fato específico, enumerando suas características por meio de uma linguagem clara e concisa. Os gêneros que se apropriam da estrutura expositiva são: reportagem, resumo, fichamento, artigo científico, seminário etc.
Para que você conheça com detalhes cada um dos tipos textuais citados, o sítio de Português preparou uma seção sobre tipologia textual. Nela você encontrará vários artigos que têm como objetivo discutir as características que compõem a narração, a dissertação, a descrição, a injunção e a exposição, bem como apresentar as diferenças entre tipos e gêneros textuais. Esperamos que você aproveite o conteúdo disponibilizado e, principalmente, desejamos que todas as informações aqui encontradas possam transformar-se em conhecimento. 
Fonte:http://portugues.uol.com.br/redacao/tipos-textuais

A Lógica, ou a Enunciação Redescoberta a Partir da Linguagem

A LÓGICA, OU A ENUNCIAÇÃO REDESCOBERTA A PARTIR DA LINGUAGEM

 Se os postulados básicos da lógica clássica são nitidamente anti-enunciativos, constata-se, entretanto, a emergência, atualmente, de problemáticas que se aproximam da enunciação: de um lado, no interior da própria lógica (através das semânticas intensionais), por outro lado na sua periferia (sob o impulso das "filosofias da linguagem ordinária") (30). 
1.3.1.Os postulados anti-enunciativos da lógica. Manifestam-se principalmente em dois domínios: — o privilégio concedido ao ponto de vista extensional (cf. a primazia da asserção sobre as outras modalidades, a atenção dada à denotação das expressões, à função re- 115 FÜCHS, C. — As problemáticas enunciativas: esboço de uma apresentação histórica e crítica. Trad. de Letícia M. Rezende. Alfa, São Paulo, 29:111-129, 1985. ferencial, à transparência da linguagem, o cálculo das expressões em termos de valores de verdade etc.) — a independência, postulada pelas teorias das linguagens formais dos três planos, da sintaxe (relações signos-signos), da semântica (relações signos-objetos) e da sintaxe (relações signos-utilizadores), e a a hierarquiasintaxe — semântica -* pragmática: cf. Carnap, Morris. Este postulado duplo da independência mútua dos três níveis e da hierarquia entre eles é recusado pelos defensores de uma abordagem enunciativa da linguagem (dita "natural" em oposição às linguagens formais): por exemplo, por Culioli e por Ducrot. 
1.3.2. As semânticas intensionais— Questionam o privilégio dado exclusivamente ao ponto de vista extensional. Seguindo Frege (31), elas estabelecem a distinção entre "sentido" e "referência" (32), e insistem na necessidade de estudar um certo número de fenômenos semânticos do ponto de vista do sentido, e não da referência; como, por exemplo, a sinonímia: "Para determinar a sinonímia entre dois nomes ou duas expressões, basta compreendê-los, enquanto para determinar se dois nomes designam o mesmo objeto, é, em geral, necessário investigar o mundo", diz Quine (33). Assim também para tratar certos casos de pressuposição e casos de "opacidade", é necessário levar em conta o sentido das expressões. Vista de um ponto de vista do lingüista, esta valorização do sentido constitui uma amostra do reconhecimento da diversidade possível das conceitualizações de um mesmo referente, em função dos sujeitos e das situações. Notar-se-á, particularmente, que o problema da não substituição de expressões com denotação idêntica em um contexto dito "opaco" pode ser tanto tratado em termos lógicos, segundo uma semântica intensional como em termos lingüístico, segundo uma semântica enunciativa (34). 
1.3.3. Os "filósofos da linguagem ordinária"— Os postulados anti-enunciativos da lógica foram denunciados pela corrente dos "filósofos da linguagem ordinária", em particular o privilégio concedido à asserção: denúncia que conduziu à teoria dos "atos de linguagem" (ou de "discurso", ou ainda "de fala"), sobretudo à noção de "performativo"; cf. Austin, Searle e Strawson. Nas pistas abertas por essa corrente, desenvolveram-se as problemáticas chamadas de "pragmática lingüística", que recobrem parcialmente as problemáticas das "fun- ções da linguagem", as da enunciação lingüística (no sentido estrito do termo, quer dizer análise de categorias como a dêixis ou as modalidades) e as da argumentação.

Fonte: ALFA- Revista de Linguística (Pág. 115 e 116)

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Água, elemento fundamental para a vida

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RIO GRANDE – FURG

CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL















ÁGUA, ELEMENTO FUNDAMENTAL PARA A VIDA













Herval, 2014
Dados de Identificação

 

Nome dos Cursista:  Gilnei Nobre Gonçalves


Escola: Municipal de Ensino Fundamental Padre LibórioPoersch

Publico alvo: 6º ano

Cidade: Herval
























Justificativa

Os cuidados em relação a água tem gerado muita discussão nos últimos tempos, já que é um elemento fundamental para a preservação da vida no planeta e está cada vez mais escassa, segundo alguns estudos se não cuidarmos dessa fonte de vida em poucos anos não teremos mais água própria para o consumo. Preocupado com a maneira como estamos nos portando diante desse problema de ordem mundial resolvemos abordar esse tema que com certeza é de suma importância para as atuais e futuras gerações, dessa forma queremos mostrar através deste projeto a importância da preservação das águas, sabendo que: “agora podemos ser apenas uma gota d`agua, mas, se cada um tiver a consciência de preservar esse recurso natural, com certeza seremos um oceano.” 

Palavra chave: Água, preservação, desperdício.

Objetivos

ü  Mostrar a importância da preservação das águas;
ü  Promover ações educativas que visem contribuir para a construção de atitudes em relação à preservação da água;
ü  Estimular a reflexão e o diálogo sobre o tema;
ü  Propiciar um novo olhar sobre a importância de preservar a natureza.

Desenvolvimento
A água é um elemento vital para a sobrevivência das espécies, apesar da quantidade de água doce estocada em rios e lagos serem o suficiente para atender as necessidades humanas é necessário preservar-la, pois, ela é um recurso natural esgotável. Este projeto visa promover um debate sobre a necessidade de conscientizar a comunidade em busca da preservação das águas no município de Herval. O município de Herval está situado no sul do estado, fazendo fronteira com o Uruguai, tem como principal curso de água doce os rios Uruguai e Piratini, além de contar com diversas nascentes de água doce. Preocupado com o futuro das águas, este projeto visa despertar o olhar da comunidade sobre a importância de economizar, proteger e preservar as fontes de água doce do município, garantido assim água saudável e qualidade de vida para a comunidade hervalense. 

Conclusão
Conclui-se que este projeto tem como principal foco conscientizar a comunidade escolar sobre a importância da água para a sobrevivência das espécies, esperando que essas informações atinjam toda comunidade, pois somente com medidas e ações conjuntas com a comunidade em geral é que vamos obter resultados positivos em relação à preservação das águas.

Metodologia

            Para dar início ao projeto será apresentado um slaide com imagens sobre a poluição, o desperdício e a preservação da água. Após a apresentação do slaide os cursistas lançarão perguntas como: O que vocês identificam em sua vida diária que pode ser preservação, poluição ou desperdício de água? O que vocês perceberam a partir dos slaides? Que responsabilidades carregamos em relação ao tema apresentado? O que podemos e devemos fazer para mudar essa situação?. Através de uma roda de conversa os alunos deverão expor suas idéias para turma.
            Num segundo momento será pedido aos alunos que façam um desenho relacionado ao que entenderam sobre preservação, poluição ou desperdício de água, a seguir esses desenhos serão colocados num painel e exposto na escola.
            Após será solicitado aos alunos que participem de um jogo de trilha sobre a água, a turma vai ser dividida em 3 ou 4 grupos e todos os alunos deverão jogar um dado feito de material reciclado e percorrer o curso do rio até sua nascente.
           
Espaço Físico

            Será utilizado o auditório da escola.

Recursos Materiais

ü  TV;
ü  DVD;
ü  Fotos;
ü  Papel pardo;
ü  Tesoura;
ü  Cola;
ü  Papel ofício:
ü  Canetinha e lápis de cor.
ü  Caixas vazias (Leite, suco)

Cronograma de Atividades


1º encontro
Slaides
X
Roda de Conversa
X
Desenhos
X
Construção do painel
X
Jogos
X
Recursos Humanos

ü  Alunos;
ü  Cursistas.

Avaliação

            A avaliação será considerada satisfatória se os alunos, entenderem o tema, participarem das atividades propostas, demonstrando interesse e entendimento sobre o tema.

Referências bibliográficas
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/agua-nao-cuidar-pode-acabar-589849.shtml Acesso em 15/10/2014

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/O-que-o-desmatamento-tem-a-ver-com-sua-torneira/ Acesso em 13/10/2014
http://www.mma.gov.br/agua/agua-doce Acesso em 16/10/2014